"Deviam ser umas duas centenas e estavam todos armados!!!"
OK. Esta cena que se passou há pouco menos de uma hora atrás ,lembrou-me que o Cacém não é assim tão fofinho como eu sempre o vivi.
Então estava eu a subir akela rua atrás da churrascaria n direcção dos bombeiros quando oiço um homem aos berros a sair de uma das garagens que ficam atrás dessa churascaria. Depois vejo um negro a sair de um bom carro que estava estacionado ao pé dessas garagens. O rapaz sai e começa a subir a rua nas calmas enquanto que o homem continua a gritar e chama pela mulher que estava numa das garagens; "O QUE É QUE FOI? O QUE É QUE DISSESTE?" grita o homem ao rapaz. Eu percebi logo pelo tom de voz do homem que akilo foi uma tentativa de roubo.
O rapaz continua a subir a rua e se calhar deve ter dito alguma coisa que irritou o homem (eu pelo menos não ouvi nada). Só vejo o homem muito nervoso e super apressado a abrir o porta-bagagens e a mulher em pânico: "CARLOS NÃO! CARLOS NÃO!" a tentar trava-lo. Estava eu a começar a subir akela rampa que dá para o cruzamento quando vejo o homem a revirar o porta-bagagens com muita fúria.
Ele tira uma cena do porta-bagens que, depois, ao virar-se, deu para ver que era uma arma que enfiou nas caças. Depois segui pela rua que fica atrás da praça (porvavelmente para apanhar o negro despercebido) enquanto que a mulher dele, ainda mais em pânico, continua a gritar "CARLOS NÃO!" e tenta impedi-lo de andar. Eu, branca, continuo a subir.
A mulher depois desistiu de o impedir e foi pela rua por onde foi o negro e pede numa voz de pânico-calmo "Os senhores - está a falar com a malta da churrascaria que já estava toda cá fora - por favor ajudem-me". Eu continuo, branca e pasma e passo pelos bombeiros sem poder ver mais a cena.
Felizmente não se ouviu nenhum tiro, mas tive o caminho todo com a impressão que ainda conseguia ouvir a mulher aos berros.
Então estava eu a subir akela rua atrás da churrascaria n direcção dos bombeiros quando oiço um homem aos berros a sair de uma das garagens que ficam atrás dessa churascaria. Depois vejo um negro a sair de um bom carro que estava estacionado ao pé dessas garagens. O rapaz sai e começa a subir a rua nas calmas enquanto que o homem continua a gritar e chama pela mulher que estava numa das garagens; "O QUE É QUE FOI? O QUE É QUE DISSESTE?" grita o homem ao rapaz. Eu percebi logo pelo tom de voz do homem que akilo foi uma tentativa de roubo.
O rapaz continua a subir a rua e se calhar deve ter dito alguma coisa que irritou o homem (eu pelo menos não ouvi nada). Só vejo o homem muito nervoso e super apressado a abrir o porta-bagagens e a mulher em pânico: "CARLOS NÃO! CARLOS NÃO!" a tentar trava-lo. Estava eu a começar a subir akela rampa que dá para o cruzamento quando vejo o homem a revirar o porta-bagagens com muita fúria.
Ele tira uma cena do porta-bagens que, depois, ao virar-se, deu para ver que era uma arma que enfiou nas caças. Depois segui pela rua que fica atrás da praça (porvavelmente para apanhar o negro despercebido) enquanto que a mulher dele, ainda mais em pânico, continua a gritar "CARLOS NÃO!" e tenta impedi-lo de andar. Eu, branca, continuo a subir.
A mulher depois desistiu de o impedir e foi pela rua por onde foi o negro e pede numa voz de pânico-calmo "Os senhores - está a falar com a malta da churrascaria que já estava toda cá fora - por favor ajudem-me". Eu continuo, branca e pasma e passo pelos bombeiros sem poder ver mais a cena.
Felizmente não se ouviu nenhum tiro, mas tive o caminho todo com a impressão que ainda conseguia ouvir a mulher aos berros.

1 Comments:
At 1:54 a.m.,
João Véstia said…
Eu não me lembro nunca de o Cacém ter sido fofinho. O Cacém não pode admitir que o adjectivem de fofinho! Que mariquices são essas?? Quanto muito foi uima localidade simpática, agora fofinha??Agora confirma aí Ovelha se eu percebi: o gajo queria enfiar um balázio no negro que o tinha tentado roubar, é isso? Nesse caso temos que ser mais ou menos compreensivos: quando me roubaram o telemóvel tive vontade de agarrar a cabeça dos dois, entalá-las no gradeamento da escola, e depois pontapear-lhes violentamente o escroto, e depois ainda talvez pendurá-los na extremidade aguçada das grades pela pele da nuca. Agora, eu não fiz isso, mas pelos vistos os gajos foram presos e agora espero que estejam a comer no cu na prísão.Agora se a cena foi ao contrário é chato.
Mais uma coisa, isso foi ao pé da casa da minha avó, e eu não soube de mortos nem feridos, por isso a história não deve ter feito vitimas(ainda bem)
Enviar um comentário
<< Home